A COP-30 vai reunir líderes mundiais no Brasil para discutir formas de mitigar as mudanças climáticas. As políticas de redução de emissões de carbono estarão no centro das discussões.
Com isso, as empresas que emitem gases de efeito estufa (GEE) serão afetadas. A COP-30 deve marcar um grande passo relacionado às exigências em prol da descarbonização.
COP-30: o que é e quando acontece
Primeiro de tudo, vamos entender o que é a COP-30:
A 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30) é um encontro global que reúne líderes mundiais para discutir ações para mitigar as mudanças no clima.
A COP-30 pode ser considerada a “Copa do Mundo do Meio Ambiente”. Trata-se do principal evento que discute o tema no mundo.
A COP-30 será realizada em novembro de 2025, em Belém (PA). Segundo estimativa da FGV, é esperado um fluxo de mais de 40 mil visitantes nos principais dias de COP-30.
Carbono em alta na COP-30
As formas de redução das emissões de carbono estão entre os principais tópicos de discussão na COP-30. Os temas em debate incluem:
- Redução de emissões de gases de efeito estufa;
- Adaptação às mudanças climáticas;
- Financiamento climático para países em desenvolvimento;
- Tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono;
- Preservação de florestas e biodiversidade;
- Justiça climática e impactos sociais das mudanças climáticas.
Como a COP-30 vai afetar as empresas
As empresas devem sentir, no futuro, os impactos das discussões da COP-30. O Brasil, país-sede, será o protagonista da conferência.
Desta forma, o Brasil deve conduzir o debate sobre a regulação do Mercado de Carbono.
Paloma Bassani, diretora da Planisolo - Estratégia e Ativos de Carbono, explica que o impacto às empresas está relacionado, principalmente, às definições de metas para os setores.
“O país deve aprofundar a lei, sancionada no final do ano passado, para organizar um mercado de emissões de gases de efeito estufa”, analisa.
Ela cita também o impacto relacionado ao acompanhamento de indicadores de emissões e ao modelo em que o governo vai estruturar as exigências de descarbonização.
“A conferência representa uma oportunidade para que o Brasil lidere a construção de um modelo eficaz, estimulando a descarbonização e a cooperação internacional”.
Assessoria especializada em carbono
Não há dúvidas: as empresas serão muito impactadas. É necessário ficar atento às metas de redução de emissões de GEE.
Além disso, terão que monitorar as novas obrigações de transparência que forem exigidas.
“Isso vai exigir adaptação regulatória, revisão de processos e, em muitos casos, investimentos em soluções de baixo carbono”.
A Planisolo - Estratégia e Ativos de Carbono apoia as empresas nesse caminho que terão pela frente.
A consultoria ambiental auxilia na entrada ao Mercado de Carbono, desde o inventário até a compra e venda de créditos.
É um sistema prático: a Planisolo ajuda as empresas com a burocracia e ainda contribui para transformar as exigências do governo em oportunidades reais. Neste momento, contar com uma assessoria especializada é fundamental.
Para saber mais, entre em contato com a Planisolo - Estratégia e Ativos de Carbono pelo e-mail contato@planisolo.com.br ou pelos fones/WhatsApps (49) 9 9937-6931 e (47) 9 9975-5893.