1. Reduzindo emissões dentro da própria operação

A forma mais conhecida de gerar créditos de carbono é reduzindo as emissões de gases de efeito estufa (GEE) diretamente nas atividades da empresa.

Toda vez que sua operação evita a emissão de 1 tonelada de CO₂, você gera um crédito de carbono.

Exemplos práticos:

  • Uso de energia renovável;
  • Otimização logística;
  • Troca de equipamentos ineficientes.

Essas ações geram créditos que podem ser comercializados futuramente.

2. Investindo em projetos de compensação ambiental

Se sua empresa não consegue reduzir todas as emissões, é possível apoiar projetos certificados que realizam essa compensação.

Ao investir nesses projetos, você se torna coautor e recebe créditos proporcionais à sua participação.

Exemplos práticos:

  • Projetos de reflorestamento;
  • Conservação de áreas nativas;
  • Manejo sustentável;
  • Geração de energia limpa.

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Comercializando créditos no mercado de carbono

Depois de gerar créditos, seja por redução direta ou apoio a projetos, é possível vendê-los no mercado de carbono.

No Brasil, existem dois tipos de mercado:

  • Voluntário: já em operação. Empresas compram créditos para melhorar sua imagem ESG, conquistar clientes e atrair investidores.
  • Regulado: está sendo estruturado por meio da Lei nº 15.042/2024.

Por enquanto, focamos no mercado voluntário.

Exemplo prático:

Uma empresa de tecnologia lança um data center e sabe que haverá emissões significativas de CO₂. Para manter sua imagem ESG e conquistar clientes conscientes, ela compra créditos de carbono de um projeto de energia solar no Nordeste. Assim, pode divulgar que seus serviços são “carbono neutro”.

Segundo o site Horizon, o mercado voluntário de carbono já movimentou cerca de 84 milhões de dólares no Brasil em 2024 e pode atingir 486 milhões até 2030.

3. Se destacando no mercado ESG

Empresas que atuam no mercado de carbono tendem a atrair mais investidores, contratos e parcerias. Ter créditos de carbono mostra comprometimento com sustentabilidade e responsabilidade climática.

Isso se traduz em:

  • Reputação ESG fortalecida;
  • Acesso a mercados exigentes;
  • Confiança de clientes e investidores.

4. Recebendo incentivos e financiamentos verdes

Bancos e fundos oferecem linhas de crédito diferenciadas para empresas com projetos de descarbonização.

Isso permite:

  • Redução de custos financeiros;
  • Acesso facilitado a financiamento para expansão.

Muitos desses benefícios estão disponíveis para quem comprova ações de redução ou compensação de emissões.

Parece muita coisa? A gente descomplica.

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